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sexta-feira, 6 de março de 2015

ASSOCIAÇÃO DOS GUARDAS MUNICIPAIS DE BARBACENA CONVOCA ASSOCIADOS PARA ELEIÇÃO: DUAS CHAPAS CONCORRERÃO

 CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLÉIA GERAL (ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA)
A Diretoria da Associação dos Guardas Municipais de Barbacena (AGMB) CONVOCA a todos os associados para a assembleia geral, onde escolheremos os novos representantes da AGMB para o período 2015 a 2018 , NO DIA 15 DE MARÇO DE 2015, de 17:00HS às 20:00HS ,na AGIR (Antiga Cenatur), localizado a Praça Conde Prados(Jardim do Globo), Centro.
Além do voto presencial, o associado também poderá votar através do e-mail alexmartins@adv.oabmg.org.br, a partir das 00:00HS até as 20:00HS do dia 15 / 03 / 2015 .
CHAPAS APRESENTADAS
CHAPA 01
Presidente: Carlos
           Vice: Domith
CHAPA 02
Presidente: Nívea Damasceno
          Vice:  Neto
Esclarecemos, por fim, que, após a votação será feita a apuração, e em seguida a posse da diretoria eleita.


Barbacena, 06 de março de 2015.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

ASSOCIAÇÃO DOS GUARDAS MUNICIPAIS DE BARBACENA ANUNCIA ELEIÇÃO PARA 15 DE MARÇO: CHAPAS PODERÃO SER APRESENTADAS ATÉ O DIA 05


Caros Colegas,

No dia 15 março vamos escolher os novos representantes da AGMB para o período 2015 a 2018. Por isso, comunicamos aos interessados em concorrer aos cargos de Presidente e Vice-Presidente da AGMB para que manifestem, expressamente, seu interesse em disputar as eleições.
Para isso, os candidatos deverão encaminhar ao Presidente em exercício e-mail para alexmartins@adv.oabmg.org.br até o dia 05/03/2015, contendo os nomes dos associados que disputarão os cargos de Presidente e Vice-Presidente da AGMB.
Lembramos que os demais cargos serão escolhidos pelos representantes eleitos.
Esclarecemos, por fim, que, assim que os candidatos forem conhecidos definiremos o local onde realizaremos a Assembleia Geral, a eleição e posse da nova diretoria da AGMB.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

UNIDADE DE POLÍCIA PACIFICADORA: SOLUÇÃO OU UTOPIA?!


***Por Tati Pereira
Em tempos de violência, um assunto que merece destaque na sociedade é a questão das Unidades Policiais Pacificadoras. Baseadas na perspectiva de policiamento comunitário, as UPPs buscam uma aproximação com a sociedade.

Enquanto estratégia de enfrentamento à violência, teoricamente, as UPPs seriam um passo na proteção dos Direitos e no advento de uma polícia cidadã (vide, p.ex, produções científicas do Coronel Carlos Magno Nazareth Cerqueira/ PM-RJ). Entretanto, a polícia é apenas um elo de uma grande corrente que envolve não só a segurança, como também outros ramos da atividade humana que ensejam viver com dignidade. Antes de se falar em segurança, as pessoas tendem a pensar em: hospital, escola, trabalho, família, lazer, etc., principalmente, nos locais mais periféricos, onde tudo chega “tardiamente” (quando chega) ou vai de forma a “mascarar” tristes realidades.

Outrossim, infelizmente, no Brasil, há também uma questão cultural muito arraigada de resistência (e não só resistência à figura policial) na população das favelas. Historicamente, os governos, para isolar (ouso dizer “segregar”) o problema, “assentaram” as ocupações irregulares, subestruturando-as – o que gerou nos moradores uma satisfação inicial (já que eles tinham um lar); mas com o passar do tempo emergiram os problemas sociais e eclodiu a violência financiada pelo tráfico de drogas e afins.

Geralmente, o simples ato de ver uma farda é quase ultrajante para alguns. É muito fácil colocar alguém fardado na favela (representando o Estado e a morrer por ele!). Por detrás da mesa, não dá pra ver, por exemplo, crianças atingindo policiais com copos de vidro; não dá para ouvir as promessas de vida fácil no crime; não dá pra sentir o tato da manipulação juízo moral; não se tem ideia do odor que exala nas entranhas das vielas nada sanitárias; não se esquece (nunca) o semblante de uma mãe que morre no meio da rua por falta de atendimento médico, clamando para que cuidem de seus filhos! Etc, etc, etc. O conhecimento teórico tem de estar aliado ao empírico. Não dá para conhecer a favela sem viver nela!

A polícia comunitária via UPP é possível sim, mas é um trabalho longo (quiçá de gerações) que inclui agir na base (nas escolas, por exemplo), mudança cultural (acabar com preconceitos e paradigmas), etc, etc, etc... dentro de um novo e complexo conceito de “(re)engenharia social” (não a dos hackers!). Ser POLÍCIA COMUNITÁRIA é ser um molde; e um molde deve ser confeccionado sob medida! Porque na favela ou fora dela, o que todos querem é dignidade. Dignidade que lhe permita: ser família, ser amor, ser saudável, ser religião, ser natureza, ser crítico, ser instruído, ser profissional, ser pátria, ser livre, ser justiça ou simplesmente ser HUMANO! Invertam-se os papéis, porque Segurança Pública não é o começo, é o fim (ao menos deveria ser!). Mas nada impede que essa segurança esteja também agregada à base, por isso é que, normalmente, são bem quistos, por exemplo, os modelos de polícia comunitária escolar. É o momento de rever o layout das Unidades Policiais Pacificadoras para melhor traçar as estratégias de enfrentamento à criminalidade. Senão, estaremos fadados a UPPs utópicas!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

SINDGUARDASMG PROTOCOLA PEDIDO DE INCLUSÃO DAS GUARDAS MUNICIPAIS DE MINAS GERAIS NO REDS

"Protocolizamos oficialmente hoje, 27 de janeiro, na SEDS conforme solicitado pelo Secretário de Defesa Social Bernardo Santana, o pedido fundamentado de inclusão das Guardas Municipais de Minas Gerais no REDS". (Pedro Bueno- Presidente do SindguardasMG)

“A vitória é o principal objetivo na guerra. Se tardar a ser alcançada, as armas embotam-se e a moral baixa.” 
―Sun Tzu



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

CORREDORES FIQUEM ATENTOS: DIA 8 DE FEVEREIRO COMEÇA O CIRCUITO BARBACENA DE CORRIDAS DE RUA


A Corrida Professora Zinha Mazzoni, promovida pelo jornal Expresso com apoio do Projeto Esporte e Cidadania/ Ronda Escolar GMB terá a participação de jovens, adultos e crianças a partir dos 6 anos.

 

Atenção, atenção, atletas e pais ou responsáveis por crianças com idade entre 06 e 15 anos! Já podem começar a se preparar que já está quase tudo pronto para a realização da 8ª edição da Corrida Início Professora Zinha Mazzoni.  A competição que será realizada na manhã do domingo, dia 08, marca a abertura do Circuito de Corridas de Rua de Barbacena, que é organizado pela Associação dos Corredores de Rua de Barbacena (ASCORB), com o apoio do Jornal Expresso, das  rádios Globo/Barbacena AM e Sucesso FM e do site Barbacenaonline.

Mais uma vez, o evento esportivo que é promovido através da parceria formalizada entre o Jornal Expresso e o programa social  “Esporte e Cidadania” da Ronda Escolar da Guarda Municipal de Barbacena, contará com a realização de provas para atletas jovens adultos.  Além da corrida de rua de 10km, serão realizadas provas curtas de 100 metros para crianças.  As inscrições dos atletas adultos, no valor de R$10,00 (dez reais) serão realizadas no dia e no local da prova, em frente à sede do Jornal Expresso na rua Bahia, no bairro São Sebastião, a partir das 8 horas. Crianças deverão estar acompanhadas dos pais ou responsáveis e não pagam inscrição.

O início da corrida de 10km está programada para as 9 horas e das provas infantis a partir das 9h30. Todos os atletas participantes receberão medalhas e os três primeiros colocados nos 10km, entre homens e mulheres receberão troféus.  Para outras informações, foi disponibilizado as contas no Facebook, “Corrida de Rua Barbacena” e “Diego Cobucci”.  Segundo o Diretor do Expresso, Diego Cobucci, toda a renda do evento será revertida para o “Projeto Esporte e Cidadania” da Ronda Escolar da Guarda Municipal de Barbacena, programa social criado com o propósito de trabalhar e desenvolver aspectos como espírito em equipe,  responsabilidade cidadã, disciplina, ética,  moral e o patriotismo, com crianças e adolescentes.  “Estamos cobrando a inscrição porque sabemos a importância que esse programa social e esportivo representa para todas as crianças atendidas e temos a certeza que todos os atletas também se sentirão satisfeitos por estarem colaborando com essa bela iniciativa dos agentes da Guarda Municipal”.

O “Projeto Esporte e Cidadania”, desenvolvido através do programa Ronda Escolar da Guarda Municipal de Barbacena, que iniciou suas atividades em junho de 2013, atualmente atende cerca de 70 crianças e adolescentes, de 06 a 15 anos, do bairro Valentim Prenassi e adjacências.  Além de orientações diversificadas de cidadania e da prática esportiva, as crianças e adolescentes que participam do projeto aprendem noções de ordem, entre outras atividades pertinentes ao resgate de valores como respeito e disciplina.

O idealizador e coordenador do “Projeto Esporte e Cidadania”, GM Carlos Dias, disse,  “convidados pelo jornalista Diego Cobucci, participamos, com os meninos do nosso projeto, da corrida Zinha Mazzoni em 2014 e renovamos a parceria com o Jornal Expresso para 2015. Isso para nós é motivo de muita satisfação, pois a participação dos nossos alunos é uma forma de inseri-los em uma nova atividade esportiva e social, o que certamente contribui com nosso propósito de ajudar na formação cidadã dos nossos jovens”.

Para o Coordenador do “Projeto Esporte e Cidadania”, GM Paulo Cesar Peixoto, “acredito que a parceria Jornal Expresso e Projeto Esporte e Cidadania/Ronda escolar GMB há de trazer ganhos futuros à nossa cidade, pois trata- se de união de propostas, que convidam o cidadão, no caso do projeto, crianças e adolescentes, à prática da vida saudável. Fator este, que pode influenciar positivamente para o bem estar da coletividade”.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

SECRETÁRIO DE DEFESA SOCIAL IRÁ RECEBER REPRESENTANTES DO SINDICATO PARA DISCUTIR A INCLUSÃO DOS GUARDAS MUNICIPAIS NO REDS

Guardas municipais realizam paralisação até esta quinta-feira

Categoria vai enviar contraproposta para a prefeitura de Belo Horizonte; guardas realizaram passeata até a porta da PBH e fecharam a avenida Afonso Pena, no sentido Mangabeiras


PUBLICADO EM 21/01/15 - 11h54
Em assembléia geral, na praça da Estação, na manhã desta quarta-feira (21), os guardas municipais de Belo Horizonte, decidiram paralisar as atividades até esta quinta-feira (22) após a prefeitura anunciar, na noite dessa terça-feira (20), que criou um grupo de trabalho para tentar atender às reivindicações da categoria, inclusive a de porte de arma. Os servidores irão, também, enviar uma contraproposta para a administração municipal.
Os membros da Guarda Municipal analisaram a proposta apresentada pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) mas acreditam não estarem sendo atendidos. Eles irão pedir à PBH que as mudanças para a categoria entrem em vigor em até três meses e não em seis como dito anteriormente.
Durante a assembleia, os servidores foram informados que o secretário estadual de Defesa Social, Bernardo Santana, irá receber representantes do sindicato nesta quinta-feira (22) para discutir a inclusão dos guardas municipais no Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), ferramenta utilizada para registrar ocorrências no Sistema Integrado de Defesa Social, uma das reivindicações da categoria.
Cerca de 400 guardas realizaram uma passeata até a porta da PBH, no centro da capital, nesta manhã, ocupando meia faixa de trânsito, no sentido Mangabeiras, segundo a Empresa de Transportes de Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans). Depois, o grupo fechou a avenida Afonso Pena. Uma nova assembleia da categoria está marcada para a manhã desta quinta-feira (22).
Reivindicações
Dentre as exigências, as principais são porte de arma e cumprimento do Estatuto Nacional da Guarda Municipal (Lei Federal 13022/14) e estabelece diretrizes para revisão do Plano de Careira, Cargos e Salários (PCCS) da categoria. A utilização de coletes a prova de bala e a oportunidade de escolher um guarda municipal para ocupar o posto do comando da corporação também estão entre as exigências da categoria.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Prefeitura de BH (Sindibel), Israel Arimar, a categoria pede melhores condições de trabalho, uma vez que, segundo os guardas, faltam rádios comunicadores, coletes e até viaturas.
Outra reivindicação da categoria é a inclusão imediata dos guardas municipais no Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) para que não seja necessário acionar a Polícia Militar (PM) durante o registro de ocorrências. Atualmente, os guardas municipais, ao verificar uma ocorrência, precisam entrar em contato para a PM e esperar a chegada de uma viatura da corporação. O Reds é uma ferramenta do Sistema Integrado de Defesa Social (Sids) do Estado de Minas Gerais para registro e controle de ocorrências policiais.
Grupo de trabalho
Em resposta às reivindicações da Guarda Municipal, a PBH anunciou nessa terça-feira (20) a criação de um grupo de trabalho para avaliar e propor alterações a serem implementadas na legislação que regulamenta a profissão do Guarda Municipal.
O secretário municipal de Planejamento, Orçamento e Informação, Thiago Grego, e o secretário adjunto de Recursos Humanos, Gleison Souza, entregaram ao presidente do Sindibel, Israel Arimar, um ofício, em oficializam a medida em resposta às reivindicações da categoria.
A equipe de trabalho será formada por membros das Secretarias de Planejamento, Orçamento e Informação, por meio da Secretaria Adjunta de Recursos Humanos, de Segurança Urbana e Patrimonial e com a participação de guardas indicados pela categoria, por intermédio do Sindibel.
Outra demanda da categoria é o porte de arma. A PBH informou que tenta viabilizar convênio com a Polícia Militar para que seja feito curso de treinamento dos guardas para porte de arma. E que, paralelamente, busca apoio de outras instituições militares para a realização do curso.
Outros atos
Na última sexta-feira (16), os guardas municipais fizeram paralisação de 24 horas, um dia após uma confusão generalizada com policiais militares que terminou com uma guarda ferida. Lilian Emiliana de Oliveira, de 28 anos, tinha abordado um militar reformado que estava trabalhando com transporte ilegal na rodoviária de Belo Horizonte. Atingida por uma bala de borracha disparada por um policial militar, ela teve que passar por cirurgia plástica para reconstituir a mandíbula.
A briga culminou em protestos, na noite de quinta-feira (15) e na manhã de sexta, em que a categoria aproveitou para reforçar diversas reivindicações antigas à PBH, como de porte de arma, uso de colete a prova de balas e escolha de membros da corporação para ocupar cargos de comando e comissionados.